Não gosta de gírias? Fale formalmente!

1. Prosopopéia flácida para acalentar bovinos. (Conversa mole pra boi dormir)

2. Colóquio sonolento para fazer bovino repousar. (História pra boi dormir)

3. Romper a face. (Quebrar a cara)

4. Creditar o primata. (Pagar o mico)

5. Inflar o volume da bolsa escrotal. (Encher o saco)

6. Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o sustentáculo de uma das unidades de proteção solar do acampamento. (Chutar o pau da barraca)

7. Deglutir o batráquio. (Engolir o sapo)

8. Derrubar com intenções mortais. (Cair matando)

9. Aplicar a contravenção do João, deficiente físico de um dos membros superiores. (Dar uma de João sem braço)

10. Sequer considerando a utilização de um longo pedaço de madeira. (Nem a pau)

11. Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais. (Nem que a vaca tussa)

12. Derramar água pelo chão, através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente com a extremidade do membro inferior. (Chutar o balde)

13. Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica. (Tirar o cavalinho da chuva)

Essa última foi tirada do mais culto livro de palavras clássicas da língua portuguesa:

14. A bucéfalo de oferendas não perquiris formação ortodôntica! (A cavalo dado não se olham os dentes!)

Categorias:

0 comentários:

Postar um comentário